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Normalmente existe um estímulo (interno – ex.: sensações corporais; ou externo – ex.: transportes públicos) que desencadeia uma perceção de ameaça que causa apreensão na pessoa.

Esta leva à somatização, isto é, ao desencadear de determinadas sensações corporais associadas à ansiedade (ex.: taquicardia, tonturas, desrealização), levando por sua vez à interpretação catastrófica das situações (ex.: medo de enlouquecer oumedo da morte) e posteriormente à perceção de ameaça, perpetuando assim o ciclo vicioso do pânico.

Esta interpretação catastrófica das situações leva a uma hipervigilância (ex.: comportamentos de verificação e atenção focada nas sensações corporais), bem como comportamentos de segurança (evitamento de exercício e monitorização dos batimentos cardíacos) com o objetivo de, por exemplo, prevenir um ataque cardíaco.

Ou seja, são as interpretações catastróficas dos sintomas e os comportamentos de segurança que as pessoas adotam que levam à disfuncionalidade e problemas na perturbação de pânico.

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