FISIOTERAPIA NEUROLÓGICA PÓS AVC

Infelizmente existem diversos casos que não é impossível reverter o AVC e o paciente acaba ficando com sequelas… e agora?
A reabilitação após um AVC deve ser intensiva e começar assim que o paciente estiver estabilizado, ainda dentro do hospital.

A Fisioterapia é essencial para minimizar e até reverter as sequelas motoras do AVC.

Porém, ela precisa ser realizada por especialistas em reabilitação neurológica que utilizem combinação de diferentes técnicas e, de preferência, de forma intensiva!

A Fisioterapia deve utilizar diferentes posturas, resistências, comandos verbais e muitos outros para que haja uma estimulação importante do cérebro.
De uma forma didática, mesmo que o cliente não consiga fazer determinado movimento, encorajamos o resgate da “memória” daquele movimento para que eles não fiquem esquecidos, e além de evitar perdê-las, utilizar um conceito chamado NEUROPLASTICIDADE na reabilitação. 

Falaremos sobre ela amanhã!

Tens alguma dúvida sobre reabilitação após um AVC?

Não hesite em contactar-nos!

Na MoviMente oferecemos fisioterapia neurológica especializada e diversos mecanismos e equipamentos para acelerar o processo de reabilitação.

Oferecemos planos mensais e há possibilidade de atendimentos com até 3 horas seguidas de duração e também atendimentos diários!

Esta disponibilidade é ESSENCIAL para a fisioterapia intensiva na fase aguda do AVC.

Agende agora mesmo seu atendimento com nossa equipe!

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A NEUROPLASTICIDADE E O AVC

Para conseguir perceber a importância de uma fisioterapia especializada e de qualidade, é preciso perceber o que é a neuroplasticidade.

Neuroplasticidade refere-se à capacidade do sistema nervoso de mudar, adaptar-se e moldar-se a nível estrutural e funcional ao longo do desenvolvimento dos neurônios quando sujeitos à novas experiências.

Como já falado em post anterior, cada grupo de neurônios desempenham funções altamente específicas.

A neuroplasticidade pode continuar por anos após um AVC e existem alguns fatores que a possibilitam no cérebro adulto: 

– A existência de neurônios que realizam ações difusas e redundantes no 🧠;

– A possibilidade de ocorrer remapeamento de novos circuitos para executar a mesma tarefa / função em diferentes áreas do 🧠;

– O surgimento de novos vasos sanguíneos em áreas que sofreram com a isquemia;

– A proliferação de estruturas dos neurônios já existentes para fazer mais ligações.

Para que isto ocorra, é preciso que a reabilitação envolva a função/tarefa, inicialmente com o que o cliente já consegue fazer para ativar a programação neurológica para realizar o movimento.

Depois, é preciso realizar movimentos, mesmo que de forma “imaginária” e assistida pelo terapeuta. Isto gera uma enorme quantidade de estímulos que entram e saem do cérebro.

Por tudo isto (e muito mais), é preciso que a reabilitação seja feita de forma intensiva e por terapeutas especialistas. 


Os exercícios a ser realizados precisam ser repetidos por muitas vezes consecutivas e envolvem:

– Colocar carga no membro afetado, como ficar em pé com o peso na perna que perdeu a força após o AVC;

– Irradiação: utilização de músculos íntegros pra irradiar energia para os que perderam a força;

– Estímulos táteis e verbais;

– Diferentes posições para a execução da mesma tarefa;

– Tarefas que “enganam” o cérebro e servem como atalho para a reabilitação.

– Vibração

– E muitos outros…

Na MoviMente oferecemos fisioterapia neurológica especializada e diversos mecanismos e equipamentos para acelerar o processo de reabilitação.

Oferecemos planos mensais e há possibilidade de atendimentos com até 3 horas seguidas de duração e também atendimentos diários!


Esta disponibilidade é ESSENCIAL para a fisioterapia intensiva na fase aguda do AVC.

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DIA MUNDIAL DA PNEUMONIA

O dia mundial da Pneumonia faz alusão à necessidade de cumprir com os objetivos de desenvolvimento sustentáveis da Organização das Nações Unidas, através da travagem da pneumonia.

A Pneumonia mata mais de três milhões de pessoas por ano, sendo que cerca de 476 mil mortes são em crianças.

Desde 2000 que o número anual de morte de crianças com esta doença comum diminui para metade, existindo um plano para ainda o diminuir mais.

Os últimos dados divulgados pelo Programa Nacional para as Doenças Respiratórias da Direção-geral da Saúde revelam que as pneumonias são a principal causa de mortalidade respiratória em Portugal Continental (46%). 

No entanto, registou-se uma redução na taxa padronizada de mortalidade de 23,5% em 2013, relativamente a 2009, na faixa etária abaixo dos 65 anos. 

A Fisioterapia respiratória auxilia e muito na recuperação completa pós pneumonia, evitando a sensação de cansaço extremo que os pacientes ficam durante e na fase logo após o tratamento.

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POR QUE O AVC POSSUI DIFERENTES SINTOMAS?

Já ficou na dúvida ou não entendi o motivo de diferentes pessoas sofrerem um AVC e cada uma apresentar um sintoma diferente?

Cada área do cérebro é responsável por uma determinada tarefa, como movimentar-se, ouvir, equilibrar-se e enxergar.Cada uma delas possui uma irrigação por uma artéria diferente e, quando o fluxo de sangue é interrompido, esta função fica prejudicada.

Na imagem, vê-se uma representação da irrigação sanguínea de 3 das principais artérias cerebrais.

Para exemplificar, segue um resumo das artérias e os sintomas que podem acontecer quando o AVC afecta cada uma delas.
– ARTÉRIA CEREBRAL ANTERIOR: Perda de força e/ou sensibilidade na perna, alterações de comportamento e interação social.
– ARTÉRIA CEREBRAL MÉDIA: Déficit de força e/ou sensibilidade no braço e face, dificuldade em fazer movimentos finos, alteração na fala e escrita.
– ARTÉRIA CEREBRAL POSTERIOR: Déficit de memória e visão, dislexia e movimentos involuntários.Além da artéria acometida, quanto mais no início da artéria houver a lesão, maior o dano cerebral causado, pois uma maior área cerebral deixa de ser irrigada.

AOS PRIMEIROS SINTOMAS, É PRECISO ACIONAR O INEM (TEL: 112) O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL!

Lembrem-se: TEMPO É CÉREBRO e informação de qualidade salva vidas!

Tire suas dúvidas e compartilhe este post para que mais pessoas sejam beneficiadas com essas informações.

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CADA MINUTO CONTA: MAIS UM MINUTO E ISSO NÃO SERIA POSSÍVEL

O post de hoje é para tentar elucidar ainda mais a importância de agir rápido aos primeiros sintomas de um possível AVC.

Sabemos que pode ser repetitivo, mas quanto antes o paciente receber o tratamento médico adequado, maiores são as chances dele sair sem sequelas!


Isto porque há chances de reverter o quadro de obstrução do fluxo sanguíneo através de medicação e/ou cirurgias.

Se o paciente receber o tratamento em:

– Até 1h após os sintomas, 1 em cada 2 pacientes tratadas recuperam-se.

– Até 1h30min, 1 em cada 4 pacientes recuperam-se.

– Até 3h, 1 em cada 7 pacientes recuperam-se.

– Entre 4 a 5 horas, 1 em cada 14 pacientes recuperam-se.

É PRECISO ACIONAR O INEM (TEL: 112) O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL!

Por isto que TEMPO É CÉREBRO e informação salva vidas!

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A IMPORTÂNCIA DA ZONA DE PENUMBRA

Este post tem dois objetivos muito pontuais.

Explicar a importância em agir rapidamente no primeiro sintoma de um AVC para que as sequelas não existam ou sejam reduzidas e também a importância que essa velocidade de resposta têm na reabilitação.

Hoje vamos falar hoje sobre a zona ou área de penumbra.

Quando fala-se que no AVC ocorre a obstrução de uma artéria e que os sintomas aparecem, esta artéria é responsável pela maior irrigação de uma área cerebral.

Como explicado ontem, a mesma área do cérebro é irrigada por diferentes artérias, sendo uma a “principal” e as outras “coadjuvantes”, cada um com um percentual diferente de irrigação.

À este conjunto de artérias coadjuvantes, chamamos de IRRIGAÇÃO COLATERAL e ela é a responsável pela possibilidade de ainda haver suprimento sanguíneo na região afetada nos momentos iniciais do AVC isquêmico.

Enquanto houver alguma utilização dos neurônios, o corpo mantém o fluxo de sangue pela irrigação colateral, porém, com o passar dos minutos, isto tende a reduzir até cessas completamente.

Aos primeiros sinais e sintomas de um AVC, É PRECISO ACIONAR O INEM (TEL: 112) O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL!

Por isto que TEMPO É CÉREBRO e informação salva vidas!

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SAIBA MAIS SOBRE O PRINCÍPIO DE AVC OU ATAQUE ISQUÊMICO TRANSITÓRIO

Continuando a série de postagens sobre AVC, hoje falaremos sobre os ataques isquêmicos transitórios (AIT) ou o como ele é comumente chamado: PRINCÍPIO DE AVC.

O nosso cérebro é irrigado por uma vasta e complexa rede de vasos e artérias cerebrais. Para irrigar uma parte específica do cérebro há sempre uma artéria principal e algumas outras artérias de menor calibre.

Quando há uma obstrução total ou parcial de uma das artérias, os neurônios que são irrigados por aquela(s) artérias(s) passam a não funcionar da mesma forma e o resultado disto são os aparecimentos dos sintomas relacionados àquela(s) artéria(s). 

Porém, como os trombos são móveis e o nosso corpo é dinâmico, eles podem obstruir e, antes de causar uma lesão irreversível, podem ser fracionados ou moverem-se para outro lugar.

Com a saída da obstrução, a irrigação volta ao “normal” e os neurônios que não morreram voltam a realizar suas funções, resultando no desaparecimento ou redução dos sintomas.

Mesmo que os sintomas melhorem, é importantíssimo buscar ajuda médica o mais rápido possível, uma vez que pode ocorrer um novo AVC a qualquer momento.

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O QUE É O AVC ISQUÊMICO

Ontem falamos sobre os AVCs hemorrágicos.

Hoje será sobre os AVCs isquêmicos.

Eles são causados por uma interrupção ou redução importante do fluxo sanguíneo em alguma(s) artéria(s) cerebral(is).

A maioria dos AVCs isquêmicos são causados por trombos, ateromas ou por algum problemas na própria estrutura da artéria.

Os ateromas são pequenos depósitos de gordura que levam a uma redução da velocidade que o sangue corre nas veias e predispõe a uma maior formação de trombos.

Já os trombos são formados por coágulos resultantes de uma combinação de diversos fatores, como sedentarismo, problemas cardíacos, uso de anticoncepcional, hereditariedade, obesidade, tumores, idade avançada, tratamento hormonal e outros. Eles “viajam” pela corrente sanguínea e, ao encontrar uma ramificação da artéria e/ou chegar a uma artéria de menor calibre, obstruem a passagem de sangue, impossibilitando a chegada do oxigénio e levando a uma morte de neurônios.

Em um post mais para frente falaremos mais detalhadamente, mas é importantíssimo saber que por termos mais de uma artéria que irriga a mesma região, apesar da obstrução, é possível reduzir ou até anular totalmente as sequelas de um AVC, desde que as ações sejam realizadas de forma rápida!

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NA MOVIMENTE ESTÁS SEMPRE PROTEGIDO CONTRA O CORONAVIRUS (COVID 19)

Mesmo antes da pandemia, a Rede MoviMente já possuía rotina de higienização forte para evitar transmissão cruzada entre os pacientes.

Nos tempos atuais, nos preocupamos mais ainda e reforçamos as já intensas medidas de prevenção!

Todas os nossos atendimentos são INVIDIVIDUALIZADOS, é preciso que se tenha um agendamento prévio, os clientes e instrutores utilizam máscara durante os atendimentos, seguimos as regras de distanciamento social e reforçamos a higienização.

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FATORES DE RISCO NO AVC

O AVC, assim como outras doenças possui fatores que predispõem a um maior risco de sofrê-los.
Existem os fatores não modificáveis, ou seja, àqueles que independente do estilo de vida, NÃO irão reduzir as chances de sofrer um episódio de AVC e existem também os fatores modificáveis, onde há possibilidade de reduzir a probabilidade de cursar com um AVC.

Em 2016, foi publicado estudo denominado InterStroke que identificou que há possibilidade em reduzir cada fator MODIFICÁVEL, identificado abaixo com o seu percentual de possibilidade em reduzir: 

– Hipertensão: 47,9%

– Sedentarismo: 35,8%

– Colesterol alto: 26,8%

– Alimentação: 23,2%

– Obesidade: 18,6%

– Estresse: 17,4%

– Tabagismo: 12,4%

– Doenças cardíacas: 9,1%

– Alcoolismo: 5,8%

– Diabetes: 3,9%

De acordo com o estudo, se estes fatores de risco estiverem controlados, pode-se reduzir em até 90% a chance de se ter um AVC e, como bônus, irá melhorar sua qualidade de vida!

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